<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: O infinito de depois</title>
	<atom:link href="http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/</link>
	<description>Onde o buraco é mais embaixo.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Nov 2009 00:14:31 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Dani Santos</title>
		<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/#comment-565</link>
		<dc:creator>Dani Santos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 03:00:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://valacomum.wordpress.com/?p=505#comment-565</guid>
		<description>a poesia nua, a palavra descoberta. como o dia em que o silêncio sai da casa. 

a vida nua. 

muito bom voltar, à respirar essa densidade toda.

Abraços pra ti.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a poesia nua, a palavra descoberta. como o dia em que o silêncio sai da casa. </p>
<p>a vida nua. </p>
<p>muito bom voltar, à respirar essa densidade toda.</p>
<p>Abraços pra ti.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antônia Burke</title>
		<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/#comment-560</link>
		<dc:creator>Antônia Burke</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 15:39:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://valacomum.wordpress.com/?p=505#comment-560</guid>
		<description>É difícil ver alguém que escreve poesia de verdade. O que eu vejo por aí é quase nada perto do que eu vejo por aqui. Invista, viu? Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil ver alguém que escreve poesia de verdade. O que eu vejo por aí é quase nada perto do que eu vejo por aqui. Invista, viu? Beijos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sarita O.</title>
		<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/#comment-558</link>
		<dc:creator>Sarita O.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 20:32:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://valacomum.wordpress.com/?p=505#comment-558</guid>
		<description>Pedi emprestado o verso mas ainda nao usei. Nao me julgue uma amiga desnaturada... farei minhas as suas palavras, com o devido crédito e um pouco menos inspiração. Assim que o fizer, aviso. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedi emprestado o verso mas ainda nao usei. Nao me julgue uma amiga desnaturada&#8230; farei minhas as suas palavras, com o devido crédito e um pouco menos inspiração. Assim que o fizer, aviso. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/#comment-555</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 23:51:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://valacomum.wordpress.com/?p=505#comment-555</guid>
		<description>Gosto muito dessa maneira de escrever. Muito bom, meu amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito dessa maneira de escrever. Muito bom, meu amigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula</title>
		<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/#comment-554</link>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 01:21:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://valacomum.wordpress.com/?p=505#comment-554</guid>
		<description>bonitas palavras...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bonitas palavras&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Julyanna</title>
		<link>http://valacomum.wordpress.com/2009/05/18/o-infinito-de-depois/#comment-553</link>
		<dc:creator>Julyanna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 02:03:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://valacomum.wordpress.com/?p=505#comment-553</guid>
		<description>Ao Escritor-poeta (ou será poeta-escritor!? rs), 
Ah! A poesia... A mais sublime obra do poeta. Petrifica momentos. Emoldura teu ontem. Fotografa sensações. Instantes. Transmite emoções. E por falar no autor da obra, o escritor não é &quot;somente certa maneira especial de ver as coisas, senão também impossibilidade de vê-las de outra qualquer maneira”. (Carlos Drummond de Andrade, Passeios na Ilha, p. 120)
Parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao Escritor-poeta (ou será poeta-escritor!? rs),<br />
Ah! A poesia&#8230; A mais sublime obra do poeta. Petrifica momentos. Emoldura teu ontem. Fotografa sensações. Instantes. Transmite emoções. E por falar no autor da obra, o escritor não é &#8220;somente certa maneira especial de ver as coisas, senão também impossibilidade de vê-las de outra qualquer maneira”. (Carlos Drummond de Andrade, Passeios na Ilha, p. 120)<br />
Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
