Arquivo para janeiro, 2009

Taxímetro on line

Posted in Curiosidades on 31 janeiro, 2009 by David Cohen

taximetro

Recebi essa dica por e-mail e não poderia deixar de compartilhar com vocês! Os leitores que são jovens há mais tempo (velhos jamais!) vão se lembrar de quando o taxímetro era uma maquininha semelhante à foto acima. Mas isso é coisa do passado. Chega de taxistas picaretas, sobretudo aqueles que ficam em porta de aeroporto e rodoviária! Chega de taxis piratas! Agora podemos saber, de antemão, o preço que vai dar a corrida e eles não poderão nos enganar. No site abaixo, basta fornecer o endereço do lugar de partida e o do destino que ele dá o preço aproximado. Podem conferir!

http://precodotaxi.com/

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Quase um segundo

Posted in Vídeo on 25 janeiro, 2009 by David Cohen

Ligações perigosas

Posted in Crônicas on 20 janeiro, 2009 by David Cohen

– Alô.

– Oi querida.

– Que voz é essa?

– A minha, ora.

– Eu me refiro ao tom da sua voz.

– Não gostou do tom?

– Parece sombrio…

– Você acha?

– Acho. Aconteceu alguma coisa?

– Você sabe…

– Sei?

– Querida, não se faça de desentendida.

– Quando você me chama de “querida”…

– Tá bom, não te chamo de querida.

– Mas afinal, o que é que eu sei que você não quer me falar?

– Então você confessa que sabe?

– Confessar o que? Você está me deixando confusa…

– Eu sempre confiei em você, sempre te dei toda a liberdade do mundo.

– Mais ou menos… às vezes você é meio autoritário.

– Eu autoritário?

– É!

– Você está tentando desviar o assunto…

– Mas que assunto?

– Eu jamais esperava isso de você.

– Agora você está me deixando nervosa.

– Por que nervosa? Quem não deve não teme…

– Eu não devo nada!

– Tem certeza?

– Claro que tenho!

– Depois de tanto tempo junto…

– Deixa de ser exagerado, seis meses nem é tanto tempo assim.

– Como assim seis meses?

– Ué, nós namoramos há seis meses, esqueceu? Tudo bem que a gente saiu algumas vezes antes, mas foi sem compromisso, não conta.

– Acho que está havendo algum engano.

– Como assim, engano? Você anda bebendo, Adalberto?

– Meu nome não é Adalberto.

– Humm… Que número o senhor discou?

– 3529-4463.

– Poxa, caiu errado, aqui é 4436.

– Me desculpe. Felicidades com o Adalberto.

– E você tenha mais paciência com a sua….

– Esposa.

– Isso, esposa. E quando quiser conversar com uma amiga, desabafar, não se esqueça, o meu é 4436! Anotou? 4436!

 

***

 

– Que voz… eu tinha certeza que não era o Adalberto!

 

Carta de recomendação

Posted in Crônicas on 19 janeiro, 2009 by David Cohen

– Alô.

– Bom dia, eu poderia falar com o Ricardo?

– É ele, quem deseja?

– Ricardo, meu nome é Gustavo, eu sou…

– É engano, eu não conheço nenhum Gustavo, passar bem.

– ….

 

– Alô.

– Ricado?

– Você de novo?

– Calma, não desliga! Eu sou…

– Operador de telemarketing da VIVO! Desculpa, meu amigo, meu celular é da concorrente e estou muito satisfeito com o serviço.

– De onde você tirou isso? Quem disse que eu… 

– Se for me oferecer assinatura do O GLOBO nem perca seu tempo!

– Você vai deixar eu falar?

– Você já não está falando? Aliás, eu nem te conheço e já nos falamos duas vezes em menos de 5 minutos!

– Ricardo, quem me deu seu telefone foi a Cláudia, você é ex-namorado dela, não é isso?

– Por que a Claudinha iria te dar meu telefone? Nem precisa falar, já sei! Ela está fazendo mais um crediário e deu meu telefone como referência…

– Mais um crediário? Você está dizendo que a Cláudia, quer dizer, Dona Cláudia, é “gastadeira”?

– Xiii… você nem imagina. Gasta um fortuna em roupas, sapatos, salão de beleza, academia… Às vezes ela se enrola na hora de pagar, mas vocês não precisam se preocupar com isso, a família dela tem posses.

– Ela devia fazer isso para ficar bonita para você, deve ser vaidosa.

– Vaidosa ela é mesmo. Vaidosa, arrogante, prepotente… mas isso ela herdou da mãe, aquela jararaca!

– A mãe dela é uma jararaca?

– Claro! Aquela velha turrona tem a cabeça mais dura que uma parede de concreto, não dá o braço a torcer por nada. Meu ex-sogro sofre na mão dela.

– Mas apesar de tudo ela é uma pessoa confiável, não é?

– Mais ou menos… essa safada, me desculpe a má palavra, me traiu duas vezes, nem sei como não terminamos naquela época. Por amor a gente engole cada sapo… Mas afinal, de que empresa você é?

– Eu?

– Não me diga que…

– ….

 

– Alô?

– Cláudia, é o Gustavo, precisamos conversar.

– O que houve Gugu? Aconteceu alguma coisa?

– Prefiro falar pessoalmente.

– Você ligou para o Ricardo? Tenho certeza que ele falou bem de mim, não foi?

– Não consegui falar com ele. Ele deve ter mudado de telefone.

– Que pena… Eu e o Ricardo ficamos muito amigos depois que terminamos. Tenho certeza que ele tiraria todas essas dúvidas que você colocou na cabeça a meu respeito.

 

 

Foi nesse encontro que Cláudia e Gustavo sacramentaram o término da relação. Daquele dia em diante, Gustavo nunca mais pediu “carta de recomendação” para suas namoradas.

A paz como arma de guerra

Posted in Uncategorized on 17 janeiro, 2009 by David Cohen

Por Olavo de Carvalho

Enquanto Hugo Chávez expulsa o embaixador de Israel e no Brasil o PT compara os israelenses aos nazistas, na Flórida a militância esquerdista sai às ruas e grita: “Judeus, voltem para o forno”.

Está aberta a temporada de caça.

Ninguém parece julgar isso de todo mau. Como é possível que, decorrido pouco mais de meio século do Holocausto, o ódio aos judeus vá aos poucos se incorporando novamente ao senso comum, como se fosse coisa decente, obrigatória, e dele dependessem as melhores esperanças de paz e liberdade para a espécie humana?

A resposta é simples: controle o fluxo de informações e terá o domínio absoluto das conclusões que o público vai tirar delas. Uma das regras mais elementares da ciência histórica é: a difusão dos fatos causa novos fatos. O fato desconhecido não gera efeitos. Se a maioria das distribuidoras de vídeos não tivesse bloqueado o acesso dos espectadores ao documentário Obsession (www.obsessionthemovie.com), se o vídeo www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/129264 fosse exibido às massas, se no mínimo o direito de chorar seus mortos no horário nobre da TV não fosse um monopólio dos esquerdistas e terroristas, ninguém diria que a reação de Israel foi excessiva: todos entenderiam que foi justa, racional e tardia.

Para que esse desastre não aconteça, é preciso garantir que cada judeu explodido pelas bombas do Hamas seja enterrado duas vezes: uma no solo, outra no desconhecimento geral. Assim todo mundo fica com a impressão de que os judeus não estão defendendo a própria pele, apenas arrancando a de seus inimigos.

Também seria ingenuidade acreditar que o abismo crescente entre noticiário e realidade é o efeito espontâneo de um simples viés ideológico, de preferências subjetivas da classe jornalística.

Só para fins de comparação: as Farc, segundo se descobriu no famoso laptop de Raul Reyes, não são um bando de psicóticos enfurnados na selva – são uma organização mundial, com uma rica e eficiente rede de apoio em 29 países. Mutatis mutandis, quantos colaboradores têm o Hamas e o Hezbollah no Brasil, nos demais países da América Latina, nos EUA e na Europa? Quantos deles são agentes de influência colocados em postos decisivos das empresas jornalísticas para dar a impressão de que é normal chamar os judeus de nazistas e no mesmo ato sugerir enviá-los de volta aos campos de concentração? Ninguém vai jamais investigar isso em profundidade, dar nomes, responsabilizar criminalmente os desgraçados? Até quando a mídia continuará sendo a principal arma de guerra assimétrica e posando de observadora neutra, no máximo um tanto preconceituosa?

Claro, existem sempre os idiotas úteis, que repetem o que ouvem dizer. Mas a idiotice em estado bruto é inerme. Para tornar-se útil ela tem de sofrer um upgrade. Não se pode explicar um preconceito geral pela simples propagação automática, sem que alguém tenha deslanchado o processo. E quem o deslanchou sabe exatamente aonde pretende chegar com ele.

Lênin já explicava que o terrorismo não é jamais um objetivo em si mesmo, que suas finalidades só se cumprem quando os ataques cessam e as conquistas obtidas são sacramentadas na mesa das negociações. A transição depende, na sua quase totalidade, das disposições da opinião pública. Quando o povo está cansado de guerra, está na hora de o lado militarmente mais fraco ofecerer a paz ao mais forte em troca de vantagens políticas. A mídia é o instrumento-chave dessa mutação. Respaldada por ela, a equipe de governo de Barack Hussein Obama já oferece ao Hamas a oportunidade de transformar a derrota em vitória por meio do “diálogo”. Nenhuma organização terrorista aspira senão a isso: ser transmutada de bando de criminosos em organização política decente, portadora dos méritos da “paz”. Por isso mesmo a guerra assimétrica é chamada, tecnicamente, de “a derrota do vencedor”. Sob a pressão da mídia mundial, Israel arrisca-se a cair nesse engodo pela milésima vez.

Armazenzinho

Posted in Curiosidades on 13 janeiro, 2009 by David Cohen

Se você é morador do Rio de Janeiro – ou apenas tem curiosidade para conhecer as histórias da antiga Capital da República – trago boas notícias. A Prefeitura organizou em seu portal na internet um site chamado Armazenzinho. Em princípio voltado para o público adolescente, o site reúne informações como a história dos bairros, cartografia da cidade e muito mais. Vale a pena conhecer.

Blog Original

Posted in Selo on 12 janeiro, 2009 by David Cohen

selo_regganata_blogoriginal

Em dezembro do ano passado o “Vala Comum” foi contemplado com o selo “Blog Original”, oferecido pelo blog “Bonita…Confissões”. Valeu Flavianna!

Segue abaixo minha relação de indicados:

1. Bobeatus sunt…

2. (…)

3. Brinquedo de Mulher

Parabéns a todos os indicados. Tenham certeza de que o prêmio é mais do que merecido.