Archive for the Curiosidades Category

Um assalto bem sucedido

Posted in Curiosidades on 21 abril, 2009 by David Cohen

secador

Um estranho caso de assalto e estupro envolvendo um criminoso e uma cabeleireira está mobilizando a polícia russa.

Segundo o site “Life.ru”, uma cabeleireira de 28 anos identificada como Olga teve o salão invadido por um assaltante na terça-feira (14). Ela, que é treinada em artes marciais, conseguiu render o homem de 32 anos, identificado como Viktor, e levou-o para uma sala reservada.

Olga teria usado um secador de cabelo para render o assaltante, e acabou prendendo-o, mas não chamou a polícia.

Ela teria obrigado o criminoso a tomar o estimulante sexual Viagra, para depois abusar dele por diversas vezes, durante os dois dias seguintes.

Depois de ser libertado, Viktor foi ao hospital para curar seu órgão sexual “contundido”, e depois registrou queixa contra Olga. No dia seguinte, foi a vez de Olga registrar queixa contra Viktor por assalto.

A história fica ainda mais confusa, segundo o “Life.ru”, porque a polícia não tem certeza de quem é o verdadeiro criminoso nesse caso de assalto que terminou em “estupro”.

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Ser rendido por uma cabeleireira com um secador de cabelo (será que ela tinha porte?) e ser “abusado sexualmente” por dois dias????? Há quem diga que irá aumentar sensivelmente o número de assaltos à salões de beleza, inclusive, no Brasil, cuja delinquência prima pela originalidade.

Só lembrando aos mais entusiasmados que, no Brasil, a situação acima não configuraria estupro, pois quem foi constrangido à conjunção carnal foi o inocente assaltante, que, inclusive, pretendia se casar virgem com uma coleguinha de infância!

Taxímetro on line

Posted in Curiosidades on 31 janeiro, 2009 by David Cohen

taximetro

Recebi essa dica por e-mail e não poderia deixar de compartilhar com vocês! Os leitores que são jovens há mais tempo (velhos jamais!) vão se lembrar de quando o taxímetro era uma maquininha semelhante à foto acima. Mas isso é coisa do passado. Chega de taxistas picaretas, sobretudo aqueles que ficam em porta de aeroporto e rodoviária! Chega de taxis piratas! Agora podemos saber, de antemão, o preço que vai dar a corrida e eles não poderão nos enganar. No site abaixo, basta fornecer o endereço do lugar de partida e o do destino que ele dá o preço aproximado. Podem conferir!

http://precodotaxi.com/

Armazenzinho

Posted in Curiosidades on 13 janeiro, 2009 by David Cohen

Se você é morador do Rio de Janeiro – ou apenas tem curiosidade para conhecer as histórias da antiga Capital da República – trago boas notícias. A Prefeitura organizou em seu portal na internet um site chamado Armazenzinho. Em princípio voltado para o público adolescente, o site reúne informações como a história dos bairros, cartografia da cidade e muito mais. Vale a pena conhecer.

Gato por lebre

Posted in Curiosidades on 19 dezembro, 2008 by David Cohen

gato-por-lebre

Por Márcio Cotrim

“Comer gato por lebre” é ser enganado. Já “vender gato por lebre” é enganar alguém, e com dolo. Em ambos os casos, há ludíbrio. O sujeito é vítima ou vigarista. Historicamente, tem sido notório o gradual convívio de cães e gatos como companheiros do ser humano. Em Portugal, inclusive, é conhecido o ditado “casa sem gato nem cão, casa de velhaco e ladrão”.

Uma lei do século XIII fixava o preço da pele do gato, além das peles de vitela, cordeiro, cabrito, raposa, lontra, marta e outros bichos. Era barata, um terço da de raposa, sem falar nas peles de luxo como a de lontra ou de marta, o que demonstra que o gato ainda não era considerado totalmente doméstico – servia para ser comido e para dar pele ao homem.

Em termos culinários, houve tempo em que a tenra e delicada carne do gato, depois de receber temperos com que absorvia melhor os condimentos, tornava praticamente imperceptível a diferença entre ela e a de lebre.

Aliás, durante cercos militares a grandes cidades – como no de Paris em 1871 – , o gato foi considerado pitéu refinado, ninguém se lembrava de lebre no cardápio.

Seja como for, neste tempos de tantos enganos e desenganos, muita gente continua entrando pelo cano por causa de espertalhões que nem sabem o que é lebre, muito menos imaginaram comer carne de gato, mas conhecem perfeitamente a arte da embromação… 

Série Lendas Urbanas: A Morte de Paul McCartney em 1966

Posted in Curiosidades with tags , , , on 15 dezembro, 2008 by David Cohen

É a maior conspiração do mundo pop. Pior do que a invenção do Menudo. Mais horrível do que explorar comercialmente o Jordy. Paul McCartney morreu num acidente de carro em novembro de 1966 e foi substituído por um sósia. Na época, os Beatles eram o principal item de exportação na balança comercial britânica. A perda de Paul destruiria a banda e, por isso, a gravadora resolveu armar uma estratégia para salvar os Beatles. Um sósia de talento duvidoso chamado Billy Shears (segundo algumas fontes) ou William Campbell (segundo outras) assumiu o lugar do beatle esmagado no desastre. Depois de alguma relutância, John, George e Ringo concordaram com a conspiração, mas esconderam cuidadosamente pistas sutis nos discos do grupo que revelam a trama macabra. A maioria dessas evidências estão na capas de Sgt Pepper´s Lonely Hearts Club Band (1967) e Abbey Road (1969).

As pistas de Sgt Pepper´s:

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1. No lançamento do disco, os Beatles anunciaram que nunca mais fariam shows ao vivo. Certamente para que Billy Shears ou William Campbell não fosse desmascarado.
2. No centro da fotomontagem da capa, um arranjo de jacintos amarelos forma uma guitarra de canhoto com três cordas. A guitarra simboliza Paul, que era canhoto, e as três cordas mostram que só três beatles estão vivos. Além disso, a ilustração é claramente um funeral.
3. Outro arranjo de flores forma a palavra “Beatles”. É a primeira vez que a banda assina um disco como “Beatles” e não “The Beatles”. Faz sentido. Se Paul está morto, “The Beatles” não existe mais, mas apenas os três “beatles” remanescentes.
4. Na capa também aparece uma estátua de Kali, a deusa hindu da morte e do renascimento. Claro. Paul partiu desta para uma melhor, mas ressuscitou em outro corpo.
5. No centro da fotomontagem tem uma bateria desenhada por um certo Joe Ephgrave. O nome Ephgrave é considerado um amálgama de “Epitaph” (epitáfio) e “grave” (túmulo). Dizem que se você colocar um espelho horizontalmente no meio de “Lonely Hearts”, você lê a seguinte mensagem ?I ONE IX HE < > DIE”. A interpretação é a seguinte: “I ONE” significa 11 e, portanto, a mensagem é “em 11 de setembro ele morre”. O símbolo < > aponta diretamente para Paul McCartney. O acidente teria ocorrido em 11 de setembro – uma data de múltiplos significados cabalísticos, como se vê.

As pistas de Abbey Road:

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1. A capa mostra os quatro Beatles cruzando uma rua, simbolizando um funeral. John está de branco (cor do luto para algumas religiões orientais). Ringo está de preto (luto no Ocidente).
2. Paul anda com o passo trocado e está descalço (algumas religiões enterram seus mortos sem sapatos).
3. No lado esquerdo da rua tem um fusca (que em inglês é conhecido como beetle) com a placa “28 if”. Ou seja, Paul faria 28 anos, se (if) não tivesse morrido aos 27. Também tem um carro funerário estacionado do lado direito da rua.

Existe uma infinidade de outras pistas disponíveis na Internet para pesquisadores interessados. No entanto, apesar das evidências abundantes, a conspiração é apenas uma practical joke extremamente elaborada, com acréscimos de vários autores diferentes. A história parece ter começado com um acidente de moto que Paul realmente sofreu em novembro de 1966. Os fãs ficaram preocupados, mas Paul só quebrou um dente.

A trama conspiratória foi relatada pela primeira vez em 1969, no jornal universitário Times-Dephic, da Drake University, em Iowa, Estados Unidos. Inspirado pelo acidente, o autor, Tim Harper, apontava as supostas evidências da morte na capa de Abbey Road. O radialista Russell Gibb, da WKNR-FM de Detroit, gostou da piada e a reproduziu no ar, acrescentando colaborações pessoais à lenda (as pistas na capa de Sgt Pepper´s são possivelmente invenção dele). A partir daí, a teoria conspiratória se propagou por fanzines e jornais alternativos. Faz sentido. Na época, o grande herói da imprensa underground era Hunther S. Thompson, o célebre inventor do gonzo journalism, que mistura reportagens investigativas a um humor absurdamente escrachado. Thompson inventava descaradamente. Seus imitadores, mais ainda.

A criação do sósia William Campbell é atribuída a um certo Fred LaBour no artigo “McCartney Dead: New Evidence Brought to Light” da Big Fat Magazine. O outro suposto sósia, Billy Shears, é um personagem misterioso citado no álbum Sgt Pepper´s: “So let me introduce to you the one and only Billy Shears”, diz a letra da primeira canção. A citação a Billy Shears não faz muito sentido no disco mas, pensando bem, nada faz sentido em Sgt Pepper´s.

O fato é que o boato da morte de Paul tomou tamanha proporção que, em 1969, ele teve de convocar uma coletiva de imprensa para provar que estava vivo. Alguns beatlemaníacos atribuem a suposta conspiração à própria banda. Tudo não passava de um projeto de arte conceitual idealizado por John Lennon, afirmam os fãs. Lennon sempre negou isso, assim como George e Ringo. Paul McCartney, por sua vez, sempre encarou o boato com extremo bom humor. O que prova que ele é muito espirituoso, mesmo no além-túmulo.

*Extraído do livro “Conspirações – Tudo o Que Não Querem Que Você Saiba”

O Pavilhão Mourisco

Posted in Curiosidades with tags , , , on 14 dezembro, 2008 by David Cohen

Quem passa pela Avenida Brasil, na altura de Manguinhos, no Rio de Janeiro se depara com uma das construções mais incríveis da cidade: O Pavilhão Mourisco, Prédio Central da Fundação Oswaldo Cruz.

O Pavilhão Mourisco, segundo informação extraída do site da FIOCRUZ, é a única edificação neomourisca (ou neo-islâmica) ainda existente no Rio de Janeiro. Para aqueles que, como eu, admiram, mas não entendem nada de arquitetura, pode-se dizer que o estilo neomourisco busca imitar e recriar a arte islâmica antiga. Algumas edificações serviram de modelos para projetos “neo”, como é o caso do Taj Mahal, na Índia, e a Alhambra, na Andaluzia, Espanha.

Projetado pelo arquiteto português Luiz de Moraes Júnior com base em croquis de Oswaldo Cruz, começou a ser construído em 1904. O traçado do prédio, semelhante ao dos palácios ingleses do período Elisabetano, apresenta torres, ameias, grandes galerias ligando as salas laterais e valoriza a entrada principal. Já nas fachadas, paredes, pisos e forros internos impera o estilo oriental.

O prédio, erguido sobre uma das colinas da região, constitui um bloco imponente, de 50 metros de altura, com fachada voltada para o mar. As paredes e a cinta de arremate da base do prédio são de granito, retirado da própria pedreira de Manguinhos. As varandas externas têm paredes em azulejo Bordalo Pinheiro e piso coberto de mosaicos franceses, cuja distribuição em variadas cores e formas lembra os tapetes árabes.

Na entrada principal do edifício, portas em peroba nacional amarela, talhadas em diversos motivos, e maçanetas americanas em bronze dourado, lavradas em estilo mourisco, abrem-se para o hall, onde tudo provoca magnífica impressão.

As paredes e o teto são ricamente decorados com elementos geométricos, na cor mate-ouro, em alto relevo. No hall de entrada, a escadaria em ferro forjado, com corrimão de metal e degraus de mármore Carrara, foi construída na Alemanha a partir de um desenho nacional. Coroando este hall, à altura do quarto pavimento, encontra-se um vitral de cores fortes, feito por Formenti & Cia. Destacam-se ainda os azulejos das varandas internas e dos laboratórios, procedentes de Meissen; as fechaduras e dobradiças em bronze dourado da Yale; os gradeamentos das janelas, que apresentam 18 desenhos diferentes; a escadaria de serviço em ferro alemão e em caracol; a louça inglesa nos banheiros e, finalmente, as luminárias alemãs, fabricadas ora em ferro fundido, ora em bronze dourado, com acessórios em opalina lilás.

O elevador do prédio central da Fundação Oswaldo Cruz é o mais antigo ainda em funcionamento no Rio de Janeiro. Foi instalado em 1909 pela Companhia Brasileira de Eletricidade Siemens-Schuckert Werke, a um custo total de 63.544 marcos. Com estrutura em ferro fabricada pela metalúrgica alemã Krupp, e cerca de 28,4m de altura de elevação, foi projetado para fazer quatro paradas, com mecanismos de segurança que impedem seu funcionamento caso alguma das portas esteja aberta.

O elevador tem duas cabines: uma para passageiros e outra para cargas. A de passageiros é de mogno, luxuosamente ornamentada, com cúpula de espelhos e portas internas com cristal bisotado. O gradeamento externo foi incluído no orçamento inicial, mas o projeto alemão, também em estilo neomourisco, não foi aprovado em virtude do alto custo. A opção de Oswaldo Cruz foi encomendar um novo desenho a Luiz Moraes Júnior, arquiteto do prédio. Depois de aprovado, o projeto foi executado pela mesma empresa responsável pelo gradeamento das escadarias.

O Pavilhão Mourisco foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN em 1981, sendo hoje um verdadeiro oásis de beleza fincado na pouco hospitaleira Avenida Brasil.

Coisas de milico…

Posted in Curiosidades with tags , on 3 dezembro, 2008 by David Cohen

Um amigo estava  pesquisando sobre cinema brasileiro, especificamente sobre os filmes do Nelson Pereira dos Santos, e descobriu essa pérola no wikipédia:

Rio, 40 graus é um filme brasileiro de 1955, com roteiro e direção de Nelson Pereira dos Santos.
É considerada a obra inspiradora do cinema novo, movimento estético e cultural que pretendia mostrar a realidade brasileira. O filme foi censurado pelos militares, que o consideraram uma grande mentira. Segundo o censor e chefe de polícia da época, “a média da temperatura do Rio nunca passou dos 39,6º C”.

Enfim, coisas de milico…